segunda-feira, 29 de abril de 2013

Mais 40 salinenses em sala de aula

Quarenta moradores de Salinas da Margarida e região acabam de ser beneficiada com o início das aulas da 7ª E 8ª turma Do curso de ajudante de obras civis do Programa Acreditar. A iniciativa é do Consórcio Estaleiro do Paraguaçu (CEP) e tem como objetivo capacitar e formar, no nível operacional, moradores do entorno da obra de construção do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP).
Com previsão de início de suas operações para janeiro de 2014, o EEP vai ofertar 5 mil vagas de empregos diretos e outras 10 mil indiretas, alavancando a indústria naval baiana e contribuindo para o fortalecimento econômico e social de pelo menos 16 municípios baianos.
Mais de 100 capacitados
 
Desde o mês de dezembro de 2012 até a formatura acorrida no início do mês de abril, o Acreditar já formou seis turmas, totalizando 133 pessoas capacitadas e 35 contratadas. Até o final do mês de abril serão capacitados mais 100 moradores do entorno da obra de construção do estaleiro.
No dia 5 de abril aconteceu a formatura da 5ª e 6ª turma, composta por 42 formandos, que ganharam um belo coquetel de comemoração, que contou com a presença de autoridades, como o prefeito do município de Salinas da Margarida, Jorge Castellucci, e o vice-presidente da Câmara de Vereadores do município, José Sanches, o Pepinho.
Publicado em 25/04/2013
Fonte: http://www.eepsa.com.br/Mais de 100 capacitados
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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Estaleiro inicia nova etapa da construção de moderno empreendimento baiano

O Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP) acaba de anunciar a conclusão da etapa de dragagem de aprofundamento na região de Enseada, no município de Maragojipe, no Recôncavo Baiano. Em pouco mais de cem dias de trabalho, foram dragados 2,616 milhões de m3 de areia e arenito, o que propiciou o aumento do calado do rio de 6 para 13 metros de profundidade.
“A marca foi confirmada logo após a realização da batimetria no Rio Paraguaçu, quando obtivemos os mapas de profundidade e os perfis das áreas submersas”, disse Orres Vicente, responsável pelas obras marítimas do Consórcio Enseada do Paraguaçu (CEP), empresa responsável pela construção do moderno estaleiro baiano.
Ainda segundo o técnico, o trabalho foi realizado para viabilizar a construção do cais de atracação dos navios e do dique seco, importantes áreas de um estaleiro do porte do que está sendo construído na Bahia, que terá capacidade de processar 36 mil toneladas de aço por ano, gerando 20 mil empregos diretos e indiretos.
 
Compromisso socioambiental
Para a execução da dragagem, o EEP delegou a etapa a uma empresa belga que é referência, a Jan De Nul, dona da mais moderna e diversificada frota de dragagem do mundo. O serviço foi precedido por audiências e encontros públicos que reuniram mais de 1.000 pessoas das comunidades envolvidas, sobretudo de Maragojipe, Salinas da Margarida e Saubara. 
A realização dos serviços, iniciados em 14 de dezembro do ano passado, foi precedida por mediações promovidas pelas instâncias Federal e Estadual do Ministério Público, de modo a reduzir ao máximo eventuais impactos socioambientais.  
“Além de trazer o que há de mais moderno no mundo, realizamos a etapa de dragagem tendo feito previamente um longo processo de negociação, com participação social efetiva, harmonizando os diversos interesses envolvidos e propiciando a geração de emprego e renda para a Bahia”, revelou o diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade do EEP, Humberto Rangel.
Com o encerramento da etapa de dragagem e o fim da terraplenagem, prevista para acontecer ainda em abril, as obras físicas acabam de atingir 10,15%, abrindo caminho para novas etapas do processo de construção do Estaleiro, que a partir de 2014 construirá, pela primeira vez no Brasil, seis navios-sonda que serão utilizados pela Sete Brasil para exploração da camada pré-sal.

Blog do Zevaldo Sousa: Sete Brasil estimula geração de emprego e renda co...

Blog do Zevaldo Sousa: Sete Brasil estimula geração de emprego e renda co...: Foco do programa é capacitar jovens e dar consultoria a empreendedores em comunidades vizinhas a estaleiros parceiros da empresa, no No...

segunda-feira, 15 de abril de 2013

SETE BRASIL INVESTIRÁ R$ 3 MILHÕES EM CURSO DA ESCOLA PROFISSIONAL EM MARAGOJIPE

abril 14, 2013


plataforma_reboque1-940x285O presidente da Sete Brasil S.A., João Carlos Ferraz, visitará a Bahia na próxima segunda-feira, 15 de abril, a convite do deputado federal Luiz Alberto (PT/BA), para conhecer o Centro Estadual de Educação Profissional do Vale do Paraguaçu, em Capanema, Maragojipe, onde a empresa investirá R$ 3 milhões em cursos. Os secretários de Planejamento, José Sergio Gabrielli, e de Educação, Osvaldo Barreto, também participarão do ato, previsto para começar às 14h.
A Sete BR, empresa criada pela Petrobras, vai adquirir o contrato para construção de sete sondas de perfuração marítima – as primeiras produzidas no Brasil – que vão explorar os poços de petróleo da camada pré-sal.
“Este será um momento importante para nossa Maragojipe, pois o investimento em profissionalização de nossos jovens, trabalhadores e trabalhadoras, trará ganhos para todo o município”, afirmou Luiz Alberto. Na agenda, está previsto ainda um encontro com o governador Jaques Wagner.
 
Fonte: maragojipe24h.com.br

quarta-feira, 10 de abril de 2013

EEP informa conclusão da etapa de dragagem e esclarece critérios da compensação financeira

Cento e dois dias depois, foi concluída no dia 25 de março a etapa de dragagem na área em frente ao canteiro de obras do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP), na localidade de Enseada, no município de Maragojipe, no Recôncavo Baiano. Conforme acordado com as lideranças locais e acompanhado pelos Ministérios Públicos Estadual (MPE) e Federal (MPF), a compensação financeira dos pescadores e marisqueiras terá continuidade por mais 90 dias. Os critérios utilizados para enquadramento dos beneficiários, amplamente divulgados pelo Estaleiro, são: ser pescador ativo; viver exclusivamente da pesca; ser morador das comunidades  passíveis de impacto pela dragagem; não receber benefícios do INSS (aposentados ou pensionistas); não exercer qualquer outra função remunerada; e ser maior que 16 anos.
Segundo Caroline Azevedo, gerente de Sustentabilidade do EEP, além do enquadramento nestes critérios, os beneficiários precisaram assinar o “Termo de Compromisso de Compensação – Aceite” e a “Declaração Individual de Atividade Pesqueira”, sendo absolutamente responsáveis pela veracidade das informações prestadas ao EEP e ao MPE, sob pena dos procedimentos judiciais cabíveis. “Seis entidades representativas da categoria de pesca dos municípios de Maragojipe e Salinas da Margarida forneceram as listas com os nomes e CPFs dos pescadores e marisqueiras indicados para receber o benefício, as quais foram consolidadas pelo EEP e MPE”, revelou Azevedo.
Compromisso - O enquadramento nos critérios e a assinatura nos dois documentos não garantiam o recebimento automático do valor referente à compensação. Para ter direito ao benefício, o cidadão  precisava ter seu nome aprovado pela instituição que o representa, esta previamente reconhecida pelas comunidades, bem como pelos órgãos fiscalizadores e pelo EEP.
Eventuais dúvidas sobre o processo de compensação podem ser esclarecidas via entidades representativas. Para tanto, o EEP solicita que o interessado protocole documento em sua associação, que fará o encaminhamento a equipe de Sustentabilidade do empreendimento. Todos os pedidos protocolados serão respondidos, garantindo, assim, o princípio da transparência e compromisso do Estaleiro Enseada do Paraguaçu com as comunidades.
 
Estaleiro Enseada do Paraguaçu

segunda-feira, 18 de março de 2013

Seminário: Análise e Reflexões Sobre a Legislação Antirracismo no Ordenamento Jurídico Brasileiro


Na semana em que se comemora o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial – decretado pela ONU em 1976 –, o Governo do Estado da Bahia promove, através da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), o Seminário “Análise e Reflexões sobre a Legislação Antirracismo no Ordenamento Jurídico Brasileiro”, que será realizado no próximo dia 19 de março, das 8h às 17h, no Othon Palace Hotel, em Ondina.
 
O evento tem como objetivo discutir os principais entraves encontrados para o julgamento dos casos de racismo nos tribunais brasileiros. Para tanto, serão debatidos temas como a aplicabilidade da legislação antirracismo no Brasil; observações sobre a legislação penal antidiscriminatória; dados estatísticos sobre resultados de julgamentos de casos de racismo nos tribunais de justiça; além de reflexões sobre a discriminação racial contra afrodescendentes no Brasil.
 
Os painéis temáticos terão como palestrantes especialistas na área jurídica, a exemplo de Dr. Hédio Silva Júnior, Drª Marta Rodriguez de Assis Machado, Drª Carmem Silvia Fullin, Ms. Cleber Julião Costa e a juíza federal Ms. Adriana Alves dos Santos Cruz.
 
Essa atividade é mais uma ação da Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância religiosa – um projeto da Sepromi, em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR) –, que tem como objetivo estabelecer diálogos, mobilizar e articular ações com órgãos governamentais e entidades da sociedade civil, a fim de desenvolver medidas interligadas com vistas ao atendimento global dos casos de racismo no estado da Bahia.

Não é necessária a inscrição prévia, sendo o credenciamento a partir das 8:00h. Almoço e certificado disponibilizados pela organização do evento.
Programação em anexo.

Serviço
O que: Seminário “Análise e Reflexões sobre a legislação antirracismo no ordenamento jurídico brasileiro”.
Data: Terça-feira, 19 de março de 2013
Horário: das 8h às 17h
Local: Othon Palace Hotel – Av. Oceânica, 2294 – Ondina, Salvador – BA
Informações: 3115-5137/5147


Atenciosamente
Karine Duarte
Coordenadora Executiva de Promoção da Igualdade Racial
Secretaria de Promoção da Igualdade Racial - SEPROMI
www.sepromi.ba.gov.br
Tel: (71) 3115-5147

sexta-feira, 1 de março de 2013

A imagem abaixo é de Marcos Feliciano, o pastor-deputado que ganhou destaque no Congresso por frases como “Aids é um câncer gay”, “Negro é negro e não pode mudar, diferente dos homossexuais” e “Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé”

 Todos que já se mobilizaram para colher assinaturas em tantas outras causas das mais diversas não devem agora permitir que alguém reconhecido pela intolerância presida uma Comissão tão importante como a de Direitos Humanos.Assine aqui a petição que exige a imediata destituição do Pr. Marco Feliciano da Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.

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deputado pastor marco feliciano direitos humanos
O pastor-deputado Marco Feliciano, provável futuro presidente da Comissão dos Direitos Humanos. Petição do Avaaz pede sua destituição imediata
O deputado Marcos Feliciano (PSC-SP), que já classificou os africanos como “descendentes amaldiçoados de Noé”, avisa: “Nunca me passou pela cabeça presidir a Comissão de Direitos Humanos, mas agora com tanto ataque, deu até vontade (sic)”.
A vontade manifestada no Twitter pelo deputado, escritor, cantor e apresentador de tevê é resultado de uma avalanche de críticas sofridas desde que o seu Partido Social Cristão foi escolhido para comandar a comissão responsável pela defesa das minorias na Câmara. A bancada do partido tem hoje 16 deputados. Feliciano, declaradamente contrário a bandeiras como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, é o favorito para assumir a liderança do grupo.
A escolha do PSC para a comissão causou arrepios nos grupos de defesa dos direitos humanos. As críticas são lideradas até aqui pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), defensor da bandeira gay no Congresso que viu a escolha como uma forma de “barrar a extensão da cidadania plena às minorias”. “O PT ter aberto mão da CDHM é sintoma de um pendor do partido para o conservadorismo e a manutenção de poder que é irreversível”, escreveu.
A ojeriza parece justificada. Em setembro, Wyllys manifestou repúdio, em artigo publicado no site Brasil 247, a um discurso feito pelo deputado/pastor em um congresso evangélico no qual se referia à Aids como “câncer gay”. O deputado do PSOL classificou a fala como “um alarde da desonestidade intelectual e injúria contra os homossexuais”. E apresentou números, baseados em estudos da ONU, para mostrar que a associação entre a doença e a orientação sexual tinha base na ignorância, mas não na realidade.



A resposta de Feliciano, hoje cotado para representar as minorias acusadas por ele de espalhar as doenças sexualmente transmissíveis, foi uma pérola. Em seu site, ele escreveu, com o apuro digno de uma criança de doze anos, que, dentro da igreja, tinha assegurada pela Constituição a total liberdade de manifestação. Sentado nessa total liberdade, insistiu: “A própria ciência revela o predomínio de infecção por esta doença em pessoas manifestamente homossexuais, tanto é verdade que quando se doa sangue na entrevista se for declinada a condição de homossexual essa doação é recusada”.
Número que é bom, nada. (Obviamente, não faltou ao deputado a menção de que não tinha “nada contra” os homossexuais. Explicou, dessa maneira, que a Bíblia ensina a amar o pecador e não o pecado).
Após ter seu nome citado como possível líder das minorias na Câmara, o deputado declarou ao site do jornal O Estado de S.Paulo, na quinta-feira 28, que a comissão se tornou um espaço de defesa de “privilégios” de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais. “Se tem alguém que entende o que é direito das minorias e que já sofreu na pele o preconceito e a perseguição é o PSC, o cristianismo foi a religião que mais sofreu até hoje na Terra”. Pouco depois, voltou ao Twitter para dizer: “Fui obrigado a dar Block’s em alguns arruaceiros. Turminha desbocada viu? Faça algo q contrarie os GLBTs e esteja pronto pra ser massacrado”.
O deputado talvez entenda de perseguição, mas parece não ter ideia do que seja privilégio. No mundo ideal, sua incitação ao ódio seria bem acomodada em outro grupo: a Comissão das Trevas e Valores Medievais.
Matheus Pichonelli, CartaCapital.

Fonte - Pragmatismo Politico